Este curso apresenta um caminho técnico, ético e juridicamente possível para a aplicação das terapias corporais do Ayurveda nos ambientes regulados de saúde e trabalho no Brasil. A proposta articula fundamentos clássicos do Ayurveda com a legislação sanitária brasileira, diretrizes internacionais e critérios de segurança, viabilidade técnica e responsabilidade profissional, oferecendo soluções concretas para gargalos históricos da prática terapêutica.
Introdução ao Ayurveda como racionalidade médica tradicional estruturada, contextualizando sua inserção possível no sistema de saúde brasileiro, sem descaracterização e sem transgressão normativa.
Mapeamento dos principais conflitos entre a prática tradicional e a legislação sanitária. Estratégias técnicas para adequação, mitigação de riscos e superação de impasses.
Panorama das diretrizes da Organização Mundial da Saúde, do Ministério AYUSH da Índia e do Ministério da Saúde, com foco em reconhecimento, segurança e integração sistêmica.
Classificação sanitária de óleos, cosméticos, fitoterápicos, alimentos e insumos. O que pode, o que não pode e por quê — com base em normas da Anvisa.
Exigências mínimas de espaço físico, fluxo, materiais, biossegurança e documentação para ambientes sujeitos à vigilância sanitária.
Boas práticas essenciais versus procedimentos tradicionalmente ensinados que não resistem à inspeção sanitária no Brasil.
A avaliação no Ayurveda dialogando com critérios clínicos modernos, evidência científica, anamnese responsável e limites éticos da atuação.
Apresentação dos seis grupos terapêuticos clássicos, com análise crítica de aplicabilidade no contexto laboral e institucional.
Uso racional de plantas medicinais e produtos fitoterápicos: dose, indicação, contraindicações, interações e responsabilidade técnica.
Fundamentos, indicações, produtos permitidos, adaptações técnicas e execução segura em ambientes regulados.
Conceito, indicações, materiais viáveis, limites sanitários e adaptação segura da técnica.
Critérios técnicos, produtos permitidos, riscos, contraindicações e adequação sanitária.
Diferenças técnicas, indicações específicas e limites de execução no setor laboral.
O que é possível realizar no Brasil, o que não é, e como adaptar a prática sem riscos legais ou clínicos.
Técnica, materiais abrasivos permitidos, cuidados com a pele e contraindicações.
Sudação a vapor: riscos, exigências sanitárias, alternativas seguras e viáveis.
Aplicação localizada de vapor: materiais, controle térmico e segurança do paciente.
Discussão crítica sobre viabilidade sanitária, alternativas técnicas e critérios de decisão.
Banhos e derramamentos terapêuticos: riscos microbiológicos, exigências sanitárias e adaptações possíveis.
Aplicações tópicas: limites cosméticos, produtos permitidos e responsabilidade profissional.
Possibilidades reais de inserção nas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), limites institucionais e atuação responsável.
Documentação, protocolos, fluxos, termos, responsabilidade técnica e diálogo com a vigilância sanitária.
O que pode ser orientado com segurança para autocuidado e ambiente caseiro, sem caracterizar exercício irregular.
Síntese prática: quais produtos utilizar, como escolher fornecedores, interpretar rótulos e evitar riscos legais e sanitários.
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Os cursos possuem o equivalente a 24 horas de aulas.
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